Categoria: Saude

6 hábitos simples para manter uma boa saúde

6 hábitos simples para manter uma boa saúde

Mudar alguns dos seus hábitos diários pode significar a diferença entre ter boa saúde e estar doente
Muitas vezes, por causa da velocidade de vida que levamos, esquecemos que a saúde é um tesouro. Só valorizamos quando adoecemos. Mas, ter boa saúde é fundamental para levar uma vida feliz e agradável. Ser saudável significa que o nosso corpo funciona normalmente e que não há nada fora de equilíbrio. Ser saudável é também ter uma mente equilibrada e em harmonia com o corpo.

Os hábitos saudáveis ​​são, em grande parte, o que determina que você tenha boa saúde. E quando me refiro a hábitos, falo precisamente do que você faz todos os dias: dormir, comer, manter-se hidratado, exercitar-se, tomar banho, proteger-se do sol. O desenvolvimento adequado desses hábitos certamente ajudará você a ter uma vida mais longa e saudável. Vamos fazer um tour por seis hábitos importantes para ter uma boa saúde:

1. Coma frutas e legumes
O ideal é comer nove porções de frutas e vegetais por dia. Mas sim, eu sei que você está abrindo seus olhos porque parece muito para você. Então lá vai: cinco. Coma cinco porções de frutas e vegetais por dia e você vai se salvar de várias visitas ao médico. Um estudo conduzido na Universidade de Harvard diz que essa quantidade fornece os antioxidantes e fibras necessários para reduzir doenças cardíacas e manter um peso saudável (uma porção equivale a cerca de meia fruta, ou meia xícara de fruta ou meia xícara). de vegetais).

2. Exercício
Idealmente, 30 minutos de exercício cardiovascular (ou mais) 5 dias ou mais por semana. Mas como eu sei que às vezes é difícil para você sair do sofá, porque há uma dose mais administrável: que tal 17 minutos por dia? Isso é equivalente a duas horas por semana. E você nem precisa fazer isso de uma vez! Você pode dividi-lo em segmentos. E os benefícios são infinitos: coração saudável, peso adequado, músculos tonificados, estar de bom humor … etc, etc …

3. Durma o suficiente
Se você é um daqueles que sempre dormem entre 7 e 8 horas por dia, você está no caminho certo. Estudos recentes indicam que aqueles que têm problemas para dormir ou dormir menos de 7 horas, estão aumentando o risco de hipertensão, doenças cardíacas e até mesmo diabetes. Nosso corpo precisa descansar e recarregar suas energias para ter uma boa saúde.

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4. Mantenha-se hidratado
Antes era dito que oito era o número mágico de copos de água por dia que deveriam ser tomados. Agora sabe-se que não é necessário beber oito, mas beber líquidos com as refeições e sempre que sentir sede. Beba mais se você se exercitar ou estiver muito quente. Os únicos que não podem depender da sede para beber água são crianças pequenas e os idosos porque neles o mecanismo da sede não funciona bem e eles têm que se lembrar de beber. Eu não sei se você sabia, mas o corpo é feito de água e precisa desse líquido para funcionar. Outras fontes de líquido são frutas, sopa, chá e legumes. Lembre-se, água = boa saúde.

5. Lave as mãos
Idealmente com sabão e água, usando o sabão mínimo por 15 segundos. Vários estudos mostraram que lavar as mãos com água e sabão elimina mais de 90% dos micróbios que causam infecções e podem alterar sua boa saúde. Lave sempre as mãos depois de ir ao banheiro, tocando em alguém que esteja doente e quando estiver cozinhando. Especialmente quando você toca carne crua e legumes não lavados.

6. Use protetor solar
Diariamente Não importa se está nublado. Proteger a pele dos raios ultravioletas evitará lesões na pele, incluindo câncer. O ideal é um fator de proteção mínimo 15 bloqueador.

Fonte: https://www.valpopular.com/kifina-funciona-2/

Resenha – Saúde

Resenha – Saúde

Departamento de Saúde Comunitária, Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Ceará, ligia@ufc.br
Observando-se diferentes fontes de informação científica, como o Diretório dos Grupos de Pesquisa do CNPq, o aumento do número de doutores e a produção científica brasileira, percebe-se que a área de epidemiologia, no Brasil, vem crescendo de forma surpreendente, nas últimas décadas. Paralelamente a este fato, a disponibilidade de livros textos de epidemiologia vem se tornando mais visível, ocupando um novo espaço nesta área científica. Mesmo que ainda não venha a esgotar o conhecimento acumulado mundialmente, o livro de Medronho e colaboradores vem enriquecer, sem dúvida, a sistematização do conhecimento da epidemiologia no Brasil e ocupar algumas lacunas ainda não preenchidas por outras publicações similares.

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Este livro de epidemiologia, no contexto da construção de uma área no país, é o resultado de profissionais, de reconhecida competência técnica, que conseguiram abordar, de forma mais aprofundada, conceitos epidemiológicos gerais e específicos importantes na formação de um profissional da saúde e de alunos da graduação e da pós-graduação, não deixando de abordar, também, outros temas do extenso campo interdisciplinar que compõem a epidemiologia.

O livro é composto de quatro partes, subdividas em diferentes números de capítulos que somam trinta e dois, ao todo.

Na primeira parte do livro são abordados conceitos básicos em epidemiologia. Inicia-se por uma visão da história, contextualizando alguns aspectos da mesma em nível mundial, para foca-la, em especial, no contexto nacional, seguindo-se, ainda, dos fundamentos da epidemiologia, levantando questões e lacunas do conhecimento na atualidade. Seguem-se a estes temas, um capítulo sobre as medidas de freqüência das doenças utilizadas na prática epidemiológica e uma abordagem dos principais indicadores de saúde, quanto a suas definições, construções e limitações, utilizando exemplos nacionais dos mesmos. São abordados, nos capítulos que se seguem, conceitos sobre a distribuição das doenças no espaço e no tempo, explorando, ineditamente, o emprego de técnicas de análise espacial. A Vigilância Epidemiológica também compõe um capítulo, onde um histórico desta área e os principais conceitos são abordados, são levantadas as diferentes etapas da vigilância, mostrando a composição do Sistema Nacional de Vigilância Epidemiológica, introduzindo questões relacionadas ao processo de avaliação destas atividades. A transição Demográfica e Epidemiológica é abordada de forma a permitir uma análise crítica do leitor frente às dinâmicas populacionais em países desenvolvidos do mundo e suas características no Brasil, discutindo a sua repercussão na saúde da população brasileira.

A segunda parte do livro é dedicada à Pesquisa Epidemiológica. Nesta parte são abordados os fundamentos científicos da pesquisa epidemiológica, os conceitos de causalidade, levando-se em conta a teoria das probabilidades e de técnicas estatísticas, o método científico e uma breve noção dos desenhos de estudos mais empregados na epidemiologia atual. No capítulo de Medidas de Efeito e Medidas de Associação são abordadas as medidas de associação do tipo razão, como o Risco Relativo, a Razão de Chances ou Odds Ratio, e as medidas de associação do tipo diferença, como o Risco Atribuível e o Risco Atribuível Proporcional. A seguir vêm cinco capítulos dedicados aos estudos mais utilizados em epidemiologia, como os estudos seccionais, de intervenção, de coorte, caso-controle e os estudos ecológicos. Todas as diferentes fases dos estudos são abordadas, desde a elaboração dos mesmos até sua análise. O fechamento desta segunda parte ocorre com um capítulo sobre validade em estudos epidemiológicos, onde são discutidas as possíveis distorções nestes estudos, ocorridas por diferentes formas de vieses, e outro capítulo sobre inferência causal, onde uma discussão sobre causalidade e epidemiologia sob o ponto de vista de diferentes modelos é realizada.

A parte quatro do livro trata da estatística em epidemiologia, fornecendo uma base sobre a análise exploratória dos dados, discutindo desde a coleta e organização dos mesmos e os conceitos fundamentais, incluindo as principais medidas de posição ou tendência central, apresentação gráfica e análise bivariada. A seguir são discutidas noções de probabilidade e distribuição de probabilidade, como a distribuição normal, binomial e de Poisson. O próximo capítulo trata dos testes diagnósticos, com suas propriedades e outras formas de se avaliar testes diagnósticos, como a razão de verossimilhança, assim como o emprego de testes múltiplos. O próximo capítulo se refere à Inferência Estatística. Neste são tratados problemas de estimação, testes de significância, inferências para proporções e médias. Uma tabela resumo com alguns problemas sobre inferência é oferecida ao leitor. Fecham esta parte do livro dois capítulos sobre amostragem, onde os diferentes tipos de amostras são apresentados e os elementos que influenciam a determinação do tamanho amostral são discutidos. Uma tabela resumo sobre tamanho amostral para alguns estudos epidemiológicos também é exibida. Segue a estes capítulos e finaliza esta parte do livro, uma discussão sobre associação estatística em epidemiologia, onde vários testes estatísticos são abordados para as diferentes situações e tipos de variáveis.

A quarta e última parte do livro trata-se de uma coletânea de tópicos especiais que abordam assuntos atuais e que se envolvem diretamente com a epidemiologia ou, ainda, que se referem a técnicas metodológicas que podem ser empregadas na análise de alguns estudos epidemiológicos. Fazem parte do primeiro grupo, um capítulo sobre os Sistemas de Informação em Saúde, Epidemiologia e serviços de Saúde, Epidemiologia e Ambiente, Epidemiologia e Saúde do Trabalhador, Dinâmica de Transmissão de Doenças, Paleoparasitologia e Paleoepidemiologia e a Regulamentação Brasileira em Ética em Pesquisa envolvendo Seres Humanos. Formam o segundo grupo os capítulos sobre Análise de Sobrevida, Técnicas de Análise Espacial em Saúde e Meta-análise. Vários destes temas são inéditos em livros de epidemiologia no Brasil.

O livro é acompanhado de um caderno de exercícios que se referem a vários tópicos abordados nos diferentes capítulos. Fazem parte de uma coletânea de exercícios aplicados a alunos e profissionais da saúde durante a vida acadêmica dos participantes do livro. O gabarito dos exercícios é apresentado juntamente com o caderno.

Este livro, como dito anteriormente, veio para aumentar a diversidade de livros para a área de epidemiologia no Brasil e aprofunda vários tópicos, especialmente referentes aos aspectos metodológicos, onde existia uma lacuna na literatura brasileira. Trata-se, sem dúvida, de uma importante referência a ser indicada para profissionais da saúde e para estudantes da graduação e pós-graduação.